REFLETINDO SOBRE O “CAMINHO DA AUTO-REALIZAÇÃO”.

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REFLETINDO SOBRE O “CAMINHO DA AUTO-REALIZAÇÃO”.

DAI A CEZAR O QUE É DE CEZAR E DAI A DEUS O QUE É DE DEUS...

A auto-realização é o processo de conhecer e entender a própria essência, além das limitações impostas pelo mundo material. Esse estado elevado de consciência transcende os três modos da natureza material: bondade, paixão e ignorância. Esses modos condicionam nossas ações, pensamentos e desejos, mantendo-nos presos a um ciclo interminável de busca por prazer e aversão à dor.


Auto-realização implica uma compreensão profunda, onde o conhecimento é visto através de uma lente metafórica. A mente inteligente, quando não está subordinada aos desejos do coração, permite uma visão clara e desapaixonada da realidade. O coração, por sua vez, é a boca de todas as almas evolucionárias, expressando os desejos e anseios mais profundos de nossa existência.


O caminho transcendental é conhecido por almas amadurecidas, que percorreram os trilhos da existência e adquiriram sabedoria. Essas almas entendem o caminho de volta à sua verdadeira identidade e trabalham para criar um campo de respiração para novas almas. Ao alcançar os primeiros degraus desse caminho, o indivíduo começa a se conectar com sua verdadeira essência, e o desapego surge de forma natural e sem desconforto.


A frase “Meu Reino não é deste Mundo” encapsula a essência do desapego e da auto-realização. Isso envolve viver no mundo sem se prender às suas ilusões e expectativas, mantendo uma consciência elevada que reconhece a transitoriedade da vida terrena. Ser como se nada fosse, possuir como se não possuísse, é a chave para libertar-se das amarras do ego e da materialidade.


Como transitórias personalidades, nossa missão é compreender que o que é da terra pertence à terra, e o que é das estrelas retorna ao cosmos. Assim como nas escrituras sagradas, onde se diz que o maior entre os grandes está sempre embaixo, devemos aprender a discernir o que realmente importa. Isso exige uma leitura cuidadosa das entrelinhas da vida, onde a percepção da velha consciência pode gerar conflitos, pois os ensinamentos recebidos pertencem à alma, não ao eu pessoal.


Há um abismo entre a natureza humana e a natureza da alma. Separar o joio do trigo, como dito, “Dai a César o que é de César,” significa reconhecer e honrar o que pertence ao mundo material enquanto se cultiva o que é eterno e transcendente. O desapego de si mesmo é, portanto, a chave para a verdadeira liberdade e auto-realização.

Obs.: Me desculpe se quase sempre escrevo algo que você não entende ou não gosta de ler. As teclas do meu notebook são douradas, então, vamos imaginar que, no meu mundo mágico, escrevo apenas para as almas que buscam a aliança sagrada com os deuses do Amém. Eles sobrevoam tempestades, acalmando espíritos e aquecendo corações nobres.

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